domingo, 29 de dezembro de 2013

Minha lista básica do que fazer antes dos 30!

O tempo voa e ainda não sei como pulei dos 18 para os 23 tão rápido, então resolvi fazer essa listinha básica porque espero MUITO que demore pra sair dos 20 e poucos:

1. Conhecer o mundo (mais clichê impossível, mas minha vida é um clichê e esse é o meu maior sonho! :p).
2. Fazer amizade com pessoas que me instiguem e me façam sentir parte de algo.
3. Ler e ver milhaaaares de séries.
4. Morar um tempo fora, pra me descobrir e conhecer outras realidades e pessoas.
5. Viver um grande amor (mais um clichê, eu avisei).
6. Encontrar meu caminho e não me sentir como um cego no meio de um tiroteio o tempo inteiro.
7. Arrumar coragem pra entrar em forma, porque tá difícil...
8. Socializar mais e não me sentir entediada e estranha quando fizer isso.
9. Encontrar algo que me faça sentir viva e útil e não fazer tudo por obrigação.
10. Ficar ricaaaaa (tá na hora já, né?).
11. Conhecer David Duchovny e Gillian Anderson.
12. Ficar bêbada em Las Vegas (obviamente isso só pode ocorrer depois que eu ficar rica, porque senão me lasco!).
13. Parar de ser tão neurótica e estressada e adotar o estilo Carpe Diem de se viver!
14. Sumir por uma semana, sem celular ou computador (tá, livro pode!)
15. Escrever um livro mesmo que ninguém leia. Preciso dessa realização pessoal!
16. Fazer o mochilão das baladas com minha melhor amiga e esquecer de tudo e todos por um tempo.
17. Passar logo em um concurso pra poder comprar um carro, um apartamento e, de quebra, uma casa na praia.
18. Me livrar dos meus ursos de pelúcia.
19. Ser mais paciente e ter mais fé.
20. Aprender a lidar comigo mesma e a pensar menos e sorrir mais.

PS1: Acho que por enquanto, é isso!

PS2: A lista não está em ordem de prioridades, só coloquei assim porque meu lado Monica sempre fala mais alto! :p

T.


sábado, 28 de dezembro de 2013

Eu sou estranha...


... ou os outros são limitados? Essa é a pergunta de um milhão de dólares (que reais que nada, dólares valem mais!). Sério, não consigo passar um dia sem me sentir estranha, desconfortável ou como se não fizesse parte de determinado grupo. Muitas vezes minha família está lá conversando sobre algo e eu só consigo ficar olhando pro nada, pensando em algo totalmente diferente e que ninguém mais parece se importar... é bem estranho!

Isso sem falar dos meus amigos! Em primeiro lugar, eu não consigo ter aquela ligação inquebrável (por falta de uma palavra melhor) com nenhum deles. Eu não consigo dizer tudo o que eu quero, do jeito que eu quero. Não consigo demonstrar meu estado real de humor e se eu tiver super mal, eu sempre vou dizer que tá tudo ok ou que é besteira e passa logo, quando não é. Sinto inveja de quem tem alguém com quem pode falar sobre tudo, sem medo ou restrições, mas eu não sou uma dessas pessoas. Acho que por isso me sinto no limite na maior parte do tempo.

Sendo bem sincera? Acho que só consigo pensar em no máximo três pessoas (fora do círculo familiar) com quem sinto que a amizade é real, apesar de tudo. Com os outros só acho que são fases e que sou mais uma segunda opção mesmo, aquela amiga que tá lá quando eles não tinham mais ninguém com quem sair ou falar. Eu sei, tenho sérios problemas de confiança! É triste, mas verdade... é como se fosse eu contra o mundo o tempo inteiro e isso é tão cansativo. Eu não sei se sou a amiga mais maravilhosa de todas, mas eu tento. E não consigo deixar um amigo em segundo plano, tanto que sempre sou a pateta que vive correndo atrás pra saber como os outros estão e pra não perder o contato! Eu disse que era triste...

É super clichê o que vou falar agora, mas é a melhor forma de expressar: eu não consigo deixar de me sentir sozinha mesmo quando estou rodeada de pessoas... Isso é sufocante e solitário! Parei de tentar dizer o que quero porque não consigo explicar direito ou não ser entendida, eu não sei. O fato é que me sinto perdida, sobrevivendo ao invés de viver e me sinto drenada, sem ânimo e vazia, como se eu perdesse o 'brilho' a cada dia e o mais triste é ver que ninguém percebe (ou finge não perceber), mas porque deveriam?

Eu sei que esse post tá sendo super depressivo e pra baixo e juro que não sou sempre assim, mas é que tive um natal de merda e ando com muito tempo livre esses dias (o que não é bom pra pessoas como eu!) e não consigo parar de voltar a esse lugar escuro em que sempre acabo. É um ciclo inquebrável e que SEMPRE se repete... Minha família é maravilhosa, mas tem como lema o seguinte: vamos falar de tudo o que não é profundo e se alguém tá mal, é só uma fase! Para de ser ingrata e de ser diferente e tal, você não tem motivos pra tá assim... como se eu tivesse escolha sobre a maneira como me sinto! Lógico que seria mais fácil ser 'normal' como a minha irmã e blah, mas EU não sou! PQP, queria fazer igual a Marissa, de The OC, e rodar a baiana berrando e jogando a cadeira na piscina... Um dia eu chego lá!

PS: É rídiculo isso, eu sei, mas essa sou eu! É escrevendo que coloco tudo pra fora e não enlouqueço! :p

PS2: Vou tentar me animar e escrever coisas que me façam rir! :)


PS3: Sim, eu deveria usar o recesso pra estudar... mas coragem que é bom, me falta! :x

T.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Seriously?

Chegou o fim do ano e tá na hora de fazer o balanço de tudooo que você fez em 2013, as metas alcançadas e por aí vai... É nesse ponto que você percebe que continua lisa (sem um real pra chamar de seu), sem namorado, sem emprego e com ainda menos amigos que valem a pena! Yep, dá vontade de dar um salto básico da ponte, certo? ERRADO!

Sério, eu sou pessimista pra c*cete, maaaaaas resolvi parar de ter pena de mim (sou a melhor nisso, acredite) e passar a tentar deixar pra lá esses pequenos detalhes técnicos citados e focar nas coisas boas e, melhor ainda, no que farei quando finalmente tiver dinheiro! Ridículo, eu sei, mas até que vem dando bons resultados e cada um faz o melhor que pode! :p

Se eu tenho recaídas e deixo meu darkside falar mais alto? Praticamente TODO dia, especialmente quando pego um bus lotadíssimo e fico presa num trânsito infernal... mas eu chego lá (ou assim eu espero). Sou o tipo de pessoa que se for chamada pra ir na padaria, pensa em cada coisa que pode acontecer de ruim no caminho -de encontrar alguém que não quer, a ser abduzida por aliens (XF feelings always! I love you, Muldeeeer! Tá, parei.)- então pode-se ver como é díficil pra mim focar no melhor e pensar que tudo isso vai valer a pena e blá. Mas cá estou eu, me sentindo bem e convencida a deixar as coisas acontecerem... 

Vou parar de reclamar? Never! A diferença é que agora não fico mais sentada no canto esperando a vida acontecer ou algo de bom magicamente ser jogado no meu colo. Decidi correr atrás do meu jeito confuso e nada ideal, porque sei que um dia eu acharei meu caminho e estarei lindamente em Londres esquecendo de todo o trauma do transporte público, dos amigos falsos, da falta de grana e por aí vai!:)

PS1: POR FAVOR, que isso seja eu prevendo meu futuro!!!!!!!

PS2: O título foi minha singela homenagem a Meredith Grey! =D

T.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Dor de cabeça + tédio = ver séries atrasadas!

Depois de passar a tarde inteira perambulando com minha família num domingo que, pasmem, foi mesmo agradável, nada melhor do que fechar o dia com chave de ouro fazendo maratona de The Vampire Diaries. O problema? Assistir a Elena sendo voluptuosa com os irmãos Salvatore e fazendo meu amor lindo (a.k.a Damon) sofrer, só fez minha dor de cabeça piorar!¬¬

Amo TVD, é uma das minhas guilty pleasures, então fico naquela vibe de berra com personagem pra lá, chora de emoção e tristeza pra cá, surta com o casal que shippo muitão e por aí vai... isso piora a dor de cabeça de qualquer pessoa viciada em séries como eu! Putz, parece que tem uma festa daquelas bem barulhentas dentro da minha cabeça nesse momento. 

Então é exatamente por isso que estou aqui falando (ou melhor, digitando) besteiras à toa, porque minha cabeça dói e eu estou com uma preguiça imensa de ir pegar remédio ou dormir... Sério, queria um dos gatos super hots de TVD, porque claro que esse é um pré-requisito básico pra morar em Mystic Falls, aqui pra me ajudar a curar essa dor de cabeça. Tenho certeza que ia passar na hora! :p

Pronto, parei.

PS: falei a palavra cabeça 2837382 de vezes nesse post... se meus professores da Universidade vissem isso, iam morrer do coração!

T.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Divagando durante uma madrugada solitária

Depois de passar o sábado à noite colocando Awkward em dia, em uma relação de amor e ódio com a Jenna (que sim, pode ter sido minha inspiração para escrever agora), percebi o quanto ainda preciso 'crescer' pra ser a pessoa que eu quero, ou melhor, preciso ser. 

Toda a história da redação sobre 'quem você quer ser' e as indagações de Jenna sobre como ela iria responder a essa pergunta quando nem ao menos sabe quem ela é no momento, me atingiram com tudo. PQP, eu tenho 23 anos e até hoje não faço ideia de quem eu seja. Patético, não? Nem tanto... o mais patético é saber o que precisa ser feito pra melhorar e ser covarde e ficar enganando a si mesma continuamente. 

Um exemplo básico disso: sabe aquela amiga que NUNCA, mas nunca mesmo, consegue dizer não? Ou dizer que está chateada com algo que o outro fez? Ou pior, que fica correndo atrás das pessoas por medo de ser esquecida ou deixada de lado por elas? Essa sou! Como eu disse: PATÉTICA.

Não vou ser hipócrita e dizer que vou agir como as heroínas das séries e livros que tanto gosto e dar uma reviravolta na minha vida, porque eu sei que não vou. E pelo menos devo a honestidade a mim mesma. Mas o que posso fazer é dar um passo de cada vez e respirar fundo, me entupir de café gelado (sempre melhora meu humor e me faz acreditar em dias melhores) e seguir em frente pra não ser atropelada pela vida. Quem sabe um dia eu não chego lá? 

Por enquanto vou me conformar em ser uma estranha pra mim mesma... pelo menos terei o prazer de ir descobrindo aos pouquinhos mais coisas sobre mim! :)

T.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Fazer ou não um blog? Eis a questão...


Pois é, depois de passar o dia inteiro encarando o computador, analisando os prós e contras de criar um blog, acabei deixando de ser eu mesma por uns segundos e resolvi parar de pensar em tudo e PIMBA, aqui estou eu escrevendo no meu blog recém-criado.

"Todo mundo tem um blog, certo? Por isso qual a graça e utilidade de criar mais? Quanta falta de originalidade e blá-blá-blá..." Exato, essa sou eu racionalizando tudo e sendo chata, como sempre. Mas foi aí que deu um click no meu cerébro e resolvi seguir o conselho da minha amiga, que diz que tem blog pra tudo e existem milhões deles por aí, mas quando você resolve criar um, ele é único porque é só seu e é ali que você pode deixar SUA opinião sobre qualquer coisa.

Considerando que eu realmente preciso de um lugar para botar pra fora todas as leseiras e dúvidas e medos e tudo mais que passa a mil por hora na minha mente super lotada, nada melhor do que um espaço que é grátis e pode servir de muro das lamentações.

Resumindo: esse blog vai ser o lugar onde eu posso me expressar, ser eu mesma sem medo do que os outros vão achar e, acima de tudo, o meio de esvaziar minha mente fazendo o que mais gosto: escrevendo!

Então, é isso! Já te adoro blog, você e eu iremos passar muito tempo juntinhos de agora em diante. <3

T.